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MORREU UM DE MEUS MAIORES!

Vivo a perder meus Maiores. Ou melhor: a ganhá-los decerto junto a DEUS.
Agora foi a vez de meu amigo o Ministro DOMINGOS FRANCIULLI NETTO, que acabara de aposentar-se no Superior Tribunal de Justiça.
Modelo de Magistrado, honrou a toga como se fora um Cruzado.
Modelo de amigo leal, pôs a Verdade acima das cortesias, e as cortesias acima das desinteligências pessoais, essas desinteligências que são coisas miúdas a que os infernos nos fazem suscetíveis.
Tenho saudade do tempo em que, ele, já Desembargador, ia até a sala do grande Desembargador DINIO DE SANTIS GARCIA (que desde 1997 honra, por certo, os quadros dos Céus) e ficávamos a conversar, os dois, mais o WÁLTER FANGANIELLO MAIEROVITCH, meu fidelíssimo amigo de sempre, e eu, pequeno ouvinte.
Que bela saudade!
Como já se tornou costume, peço aos meus alunos, aos de boa vontade, que rezem uma Ave-Maria pelo meu amigo Ministro FRANCIULLI.
Escrito por V-P (nieto) às 23h43
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E no 14º dia, ressuscitou...
Esses ateus e agnósticos antivida são mesmo uns tipos folclóricos.
Passam o tempo a criticar os cristãos por sua Fé em que CRISTO ressuscitou ao terceiro dia...
E, com recusar a Fé cristã, esses tipos vêm em troca pedir-nos para acreditar piamente que os embriões ressuscitam, no décimo-quarto dia...
Escrito por V-P (nieto) às 09h34
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Uma ong antivida
(Não se dera que o parvo do V-P nieto, à conta de uma agenda complicada, tivesse de sair da palestra sobre um tema bioético antes dos debates, impugnaria o “primeiro expositor” –ver a postagem abaixo. Imagine-se o seguinte possível diálogo entre os dois).
V-P ergue o braço direito (o esquerdo anda sob terapia suspeita de inútil, e esse braço continua a ter uma limitação, muito dolorida para os movimentos adequados) e pede a palavra. Concedida, lança-se V-P a meia dúzia de rapapés corriqueiros —“noblesse oblige”. Logo em seguida:
V-P: O Senhor Professor me dirá se erro quando penso que os entes possam dividir-se em vivos e inanimados?
P.E. (: “primeiro expositor”): É isso mesmo.
V-P: Mas ainda teríamos de ver onde pôr os mortos que já foram vivos... Isso por agora não importa.
P.E.: Está bem.
V-P: O espermatozóide e o óvulo, para que possa haver fecundação, devem contar-se como células vivas?
P.E.: Isso é certo, são células vivas.
V-P: E ao fundir-se formam um embrião...
P.E.: Eu chamaria de pré-embrião...
V.P.: O Senhor o designe como queira. Eu não o acompanho nisso, mas apenas pergunto: esse embrião (ou como diz, pré-embrião), formado por células vivas, é vivo ou inanimado?
P.E.: Até o 14º dia, não tem vida.
V-P: E, no entanto, que coisa estranha: organiza-se, cresce, entre cinco e nove dias já se compõe de 256 células, com 20 dias o coração já se encontra em estágio formativo avançado, o cérebro, a coluna vertebral e o sistema nervoso virtualmente completos...
P.E.: De fato, de fato...
V-P: Mas voltemos... Esse embrião (ou, na sua linguagem, pré-embrião), inanimado, não é?, esse embrião formado de duas células vivas e que não pára de desenvolver-se (inanimado, não é?), de repente ressuscita? Ou seja, sem mais, no 14º dia, pimba, readquire a vida de seus primórdios...
P.E.: Mas é que o Conselho de Medicina…
V-P: Perdão, o Senhor faz parte de uma ong que usa o adjetivo pro vida, não é mesmo?
P.E.: Verdade, veja aqui o sítio (e aponta o endereço do dito cujo numa tela).
V-P: Diga-me, então, pro vida de quem cara-pálida? Só se for pro vida boa dos laboratórios que fabricam a pílula do dia seguinte...
(O diálogo abortou).
Escrito por V-P (nieto) às 09h16
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