 |
|
|
Aborto e amor ao próximo
Recebi, pelo correio eletrônico, um comentário da lavra de minha estimada amiga (e ex-aluna) Dra. ALINE C*** F***, de que, com a devida autorização, reproduzo o excerto que segue:
"nos meus 29 anos (não tão maduros assim) (...) (em que) sinto grande vontade de ser mãe, o aborto ou qualquer discussão sobre ele (principalmente no que se refere a sua aceitação) me parece assustador. Não faço e não farei 'abortos'. Acredito que não é necessário haver lei para regular sentimento. A única lei que conheço sobre o amor é: 'Amar o próximo como a si mesmo' -e imagine quando este próximo é tão próximo que está dentro de você. Se o meu bebê fosse respirar por 2 segundos apenas, se essa fosse a porção de vida que a ele foi reservada, faria todo o possível para assegurar a ele vida plena -mesmo que apenas por 2 segundos. Talvez seja esse o exato tempo que eu necessito para amá-lo e que ele necessita para ser amado".
Muito interessante. A lei a que se refere a Dra. ALINE ("Amar o próximo como a si mesmo") possui um paradigma atrativo: não se trata só de amar o próximo, senão que de amar o próximo a partir do modelo do reto amor a si próprio.
De fato, já se lia no Levítico: "Diliges amicum tuum sicut teipsum" (19-18). E isso se repete no Evangelho de S.MATEUS (22-39), no de S.MARCOS (12-31), no de S.LUCAS (10-27); em S.PAULO aos Romanos (I-13-9)e aos Gálatas (5-14), e na Epístola de S.TIAGO (2-8).
Ora, se o molde do amor ao próximo é o amor de quem ama (reto amor, pois, não egoísmo), apenas pode ser mero desamor a busca do aborto direto. Manifesto é que o amor de quem ama não pode amorar a insubsistência de quem ama (seria almejar a não-subsistência do bem ou amorável); logo, buscar a injusta insubsistência do próximo é maltratar o modelo do amor que lhe é devido.
Escrito por V-P (nieto) às 15h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Retratos e (des-)retratos
Já teve o Desembargador Ricardo Dip a imprudente ocasião de registrar, num de seus livros, a respeitosa admiração pela beleza sensível de Ana de Mendoza, a Princesa de Éboli, que, para alguns, teria "virado a cabeça" do Imperador Felipe II (fato que desmentiu uma sua descendente em moderna biografia da Princesa).
É relativamente muito conhecida uma imagem pictórica de Ana:
Há outras que se harmonizam com essa pintura:


Tem-se agora notícia de retratos em que, aventa-se, a Princesa apareceria já sem a venda do olho direito. A hipótese apóia-se nos estudos da especialista MARÍA KUSCHE, que reporta a pintura a uma italiana, SOFONISBA ANGUISSOLA (cfr. NACHO ARES, "Éboli. Secretos de la vida de Ana de Mendoza"):

(À esquerda, reconstruiu-se a imagem, com o célebre tapa-olho: http://www.nachoares.com).
O que me agora interpela é saber se, suposta a verdade desse retrato da Princesa por ANGUISSOLA (datum, sed non concessum), o Desembargador Ricardo Dip continuará a afirmar sua admiração estética pela famosa Ana de Mendoza.
Escrito por V-P (nieto) às 10h33
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Resposta à Maria Rita (quero dizer, Dra. Maria Rita)
À postagem abaixo “Bariloche, a aliança na sublimidade”, a agora Dra. MARIA RITA F*** J***, estimada ex-aluna e sempre amiga, postou um comentário que a seguir, em parte, reproduzo:
“…faz alguns anos, em uma aula de que guardo retalhos na memória [recitou] um soneto que disse aprendido na juventude e atribuiu-o a Santa Tereza de Ávila. Lembra-se ainda? Poderia reproduzi-lo no blog?” (ver abaixo).
Ainda me lembro, viva!, o tempo me já passou tanto e ainda tenho forças para recordar esse admirável soneto.
Vamos a ele:
No me mueve, mi Dios, para quererte el cielo que me tienes prometido; ni me mueve el infierno tan temido para dejar por eso de ofenderte.
Tú me mueves, Señor, muéveme el verte clavado en una cruz y escarnecido; muéveme el ver tu cuerpo tan herido, muévenme tus afrentas y tu muerte.
Muéveme, en fín, tu amor, y en tal manera, que, aunque no hubiera cielo, yo te amara, y, que aunque no hubiera infierno, te temiera.
No me tienes que dar porque te quiera; porque aunque lo que espero no esperara; lo mismo que te quiero te quisiera.
Gosto da idéia de atribuí-lo a TEREZA DE ÁVILA, a Doutora e santa mística das Espanhas clássicas.

Mas é controversa a autoria desse poema, do qual se diz “o mais ilustre da literatura espanhola”.
Muitos dele não apostam em fonte autoral alguma, datando-o, embora, prevalecentemente, do século XVI, tempo que torna palatável a suposição da autoria tereziana.
Houve quem me referisse o poema a TOMÁS DE KEMPIS (sécs. XIV-XV), o presuntivo autor da Imitatio Christi.
Não faltou sua reportagem a S. IGNACIO DE LOYOLA e a LOPE DE VEGA.
Outros dão a palma a Frei MIGUEL DE GUEVARA, um mexicano que viveu de fins do séc. XVI a meados do XVII. Mas já nesse caso não me parece plausível supor que o soneto date do séc. XVI, por aí muito moço Frei Miguel, nascido no ano de 1585. Incluiu-o, contudo, em seu livro Arte doctrinal y modo general para aprender la lengua matlazinga, de que consta notícia de edição em 1638.
Também se indicou por autor um místico espanhol do séc. XVII, ANTONIO DE ROJAS, que o teria publicado, em 1628, no livro La Vida del espíritu para saber tener oración con Dios.
Os franceses, decerto, lhe terão reclamado o parto (i.e., do poema, não de Rojas, "bien sûr").
Disse eu acima: “gosto da idéia de atribuí-lo a S.TEREZA DE ÁVILA”. Por que?
Talvez, dir-me-ão, porque isso me tenha sugerido meu Mestre JOSÉ PEDRO. Acaso, assim se acrescentará, porque essa é uma santa muito simpática, a quem, e eu o sou , é admirador do grande FELIPE II das Espanhas.
Eu lhes direi que essas hipóteses são verdadeiras, são, sim, mas a grande verdade é que me agrada pensar que a autora desse poema é autêntica, legítima, verdadeiramente, uma católica pelo direito de poetar.
E que poesia!
 Consta (ex auditu alieno) que S.TEREZA dizia do Imperador FELIPE II: "mi santo Rey".
Escrito por V-P (nieto) às 19h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O aborto (2)
Dizem-se algumas de nossas mais ruidosas mulheres que são "católicas pelo direito de decidir". Fico a aventar se não seria melhor dizerem-se "ex-católicas pelo defeito de não o ser".
É lição comum vétero e neo-testamentária que o feto vivente no ventre materno é um ser humano (p.ex., Salmo 138; Jeremias 1-5; S.Lucas 1-13).
Além disso, a Bíblia condena o homicídio direto dos inocentes (cfr. Êxodo 23-7: "Não matarás o inocente e o justo, porque não absolverei o culpado"; Deuteronômio 27-25: "Maldito o que aceita gratificação para levar à morte o inocente"; S.Mateus, 18-10 e 14: "Guardai-vos de menosprezar um só destes pequenos... que não se perca um só destes pequeninos").
Manifesto é que esses miúdos que ainda vivem no seio da mãe são inocentes de todo próprio pecado pessoal.
ERGO, não pode alguém, ao mesmo tempo, dizer-se cristão e afirmar alguma licitude moral no aborto direto.
 (Reproduzido do sítio http://www.providaanapolis.org.br/).
Alguns meses antes, pode-lo-iam ter matado quando, tomando abrigo no ventre de sua mãe, confiava, feliz da vida, em sua natural proteção.
Escrito por V-P (nieto) às 18h11
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O aborto (1)
Não pretendo fazer deste "blog" um meio (mal ou bem) especializado nos temas bioéticos. Mas, férias são férias, e como devo tratar de coisas diferentes das que versamos em aulas meus alunos e eu, cuidarei um tantinho do tema do aborto.
Divulgou-se o original do traduzido texto abaixo no sítio eletrônico da "Pro Life International":
"(em 1973) O Tribunal Supremo dos Estados Unidos decidiu que os bebês por nascer não são pessoas 'legítimas'. A partir desse momento, não lhes foram reconhecido direitos e proteção, de conformidade com a Constituição norte-americana. Depois dessa decisão, mataram-se, nos Estados Unidos, por meio do aborto (direto) mais de 28 milhões de bebês não-nascidos".

Escrito por V-P (nieto) às 17h33
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Nugae nugarum et vanitates vanitatium
Bagatelas de bagatelas e vaidades de vaidades (vanitates vanitatium, ou vanitatum), antiquae amicae meae...
Valho-me dessa notável passagem de S.AGOSTINHO, nas "Confissões" (Livro VIII, cap. VIII, n. 26), como uma espécie de mote para um tema que me parece atualíssimo.
Não tenho dúvida alguma, por exemplo, de que, à luz de uma tranqüila meditação intelectual, desapaixonada, a polêmica defensores da vida versus cultores da morte já de há muito se vitoriou, no plano lógico, pelos primeiros, insustentáveis as teses esgrimidas pelos abortistas, aborteiros, eutanasistas e companheiros, teses que não resistem a uma análise racional (apenas para ficar no quadro de assuntos versados neste "blog", deu-se o caso do médico que acredita piamente na milagrosa ressuscitação rotineira das células no dia 14 de sua morte; e o da socióloga que implicitou o aborto como instrumento contraconceptivo; são somente algumas ilustrações de uma ampla insustentabilidade racional de argumentos).
Mas se é assim, e é-o, não menos certo é que, no plano político e social, os defensores da vida estão longe, muito longe, de poder gloriar-se de suas vitórias. Começo a ver, esperançoso, um pequeno foco de luz no valioso combate pró-vida da gente brasileira, e, mais esperançoso me ponho, ao vislumbrar entre essa gente rostos jovens, fisionomias animadas pelo viço da jovialidade.
Todavia, é justo referir que se trata de uma luta de trincheiras, porque a grande média da comunicação aposta em favor da cultura da morte. E isso tem seu peso: muita gente se julga isolada, e não percebe que faz parte da imensa maioria que não tem voz.
Bagatelas de bagatelas, vanitates vanitatium, que me importa mais? Sustentar o que penso? Ou, ao revés, fingir que penso o que a grande imprensa diz que é correto pensar? Defender a vida? Ou simular que o assassinato de um miúdo, no agasalho materno, é justificável apenas porque a grande média sustenta-lhe o elevado grau civilizador?
Nugae nugarum, vaidade das vaidades: que me importa mais? Ser verdadeiro ou parecer concertado com a oscilação do mundo?
Escrito por V-P (nieto) às 17h11
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
No sítio da OAB de São Paulo
O sítio eletrônico da Ordem dos Advogados de São Paulo publicou a tréplica do Procurador do Estado CICERO HARADA à manifestação de uma Socióloga (aquela mesma que implicitou a tese do aborto como meio contraceptivo):
http://www.oabsp.org.br/main3.asp?pg=3.2&pgv=a&id_noticias=3406
Também no mesmo sítio vale a pena ler o que escreveu a Advogada GISELA ZILSCH, integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e presidente nacional da Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica:
http://www.oabsp.org.br/main3.asp?pg=3.2&pgv=a&id_noticias=3410
Merece louvor a conduta do Presidente da OAB-SP, Advogado LUIZ FLÁVIO BORGES D'URSO, ao permitir a publicação da tréplica do Dr. HARADA, garantindo, assim, a lisura dialética que, freqüentemente, falta nos debates sobre o aborto.
Escrito por V-P (nieto) às 10h19
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A vida agradece
(Imagem de vinheta copiada e amplificada do sítio http://www.30anscasuffit.com/)
O grupo francês "30 ans ça suffit!" (: 30 anos bastam!) convocou uma grande manifestação contra o aborto em Paris, no próximo domingo, 22 de janeiro de 2006, às 14h30. Haverá uma passeata a partir da Place de la Republique até a Ópera, proclamando a defesa da vida humana desde sua concepção, assim como a imediata revogação das já trintenárias leis francesas que a maltratam. Nesse mesmo dia, comunica a valiosa Agência Faro, de Espanha, haverá concentrações populares, diante da embaixada da França em Madrid e dos consulados franceses em Barcelona e Sevilha, protestando contra o aborto e em apoio à manifestação parisiense. Diz a Agência Faro que, na Espanha, também deverá gritar-se: ¡20 años bastan! Um milhão de crianças não nascidas,calcula-se, foram assassinadas no ventre materno, em terras espanholas, desde 1985.
Enquanto a juventude francesa e de Espanha alça sua voz em defesa da vida, aqui no Brasil são, sobretudo, os de gerações mais velhas quem promove projetos de leis para cultuar a morte e fomentar o aborto.
A esse propósito, o sítio eletrônico da OAB publicou as diatribes de uma antiga socióloga contra o Procurador de Estado CICERO HARADA. Mas até agora o mesmo sítio não se animou a publicar a elegante (mas também fulminante) réplica do Dr. HARADA.
Julgo que conviria pedir ao ilustre Presidente da OAB de São Paulo que ampliasse a oportunidade de conhecer as boas razões do Dr. HARADA (: os alunos que o queiram fazer, aliando-se concretamente ao jovem e elogiável combate em defesa da vida, podem escrever ao nobre Dr. LUIZ FLÁVIO BORGES D'URSO, com a direção: presidencia@oabsp.org.br).
A vida agradece.
Escrito por V-P (nieto) às 10h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Difusão
Nossa admiração pela combatividade louvável da juventude francesa, vanguardeira na defesa da vida, foi reproduzida em http://nascer.zip.net/.
Escrito por V-P (nieto) às 10h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Os combativos jovens franceses

Na França, os jovens estão na vanguarda da defesa da vida.
Programa-se para 26 de janeiro de 2006 uma grande manfestação em Paris, patrocinada pelo valoroso movimento "30 ans ça suffit!".
Será o valor de nossos jovens que, decerto, vitoriará sobre os cultores da morte.
Escrito por V-P (nieto) às 17h22
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O apoliticismo e a Cidade genuinamente Cristã
Li (traduzo e recorto):
"Se alguma vez (...) se houvesse feito política, ainda que durante um segundo, eu teria ido embora (...). Portanto, nunca acreditais em nenhuma notícia na qual possam mesclar-se (...) com questões políticas, econômicas, nem temporais de nenhum gênero. De uma parte, nossos meios e nossos fins são sempre e exclusivamente sobrenaturais, e de outra, cada um (...) tem a mais completa liberdade pessoal, respeitada por todos os demais, para suas opções temporais, com a conseguinte responsabilidade, também pessoal. (...) não é possível que se ocupe jamais de labores que não sejam imediatamente espirituais e apostólicos, que nada poderão ter que ver com a política de nenhum país".
Nessa linha, à evidência, não há espaço para o "omnia instaurare in CHRISTO" que, entre outros lugares magisteriais, encontra-se na "Carta sobre 'Le Sillon'" de S.PIO X, ao versar sobre a Civilização Cristã.
Escrito por V-P (nieto) às 12h17
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Um braço que humaniza

(À direita, um surpreendente braço que, a confirmar, é verdade, a pouca arte do fotógrafo amador, traz à pauta, desde o alto do Cerro Oto, a amorabilidade de um convívio em família. Sociedade natural aos homens).
Escrito por V-P (nieto) às 11h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
O ócio

(Tributo, em maior parte, neste caso, a incitações estéticas a elevação intelectual, "rectius": espiritual, ao verdadeiro ócio)
Escrito por V-P (nieto) às 11h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Bariloche, a aliança na sublimidade

(Lago Nahuel Huapi)
Escrito por V-P (nieto) às 11h26
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
No Blog da Santa
Acabo de ler, surpreendido, que o BLOG DA SANTA, sede eletrônica de manifesta minha admiração (veja-se ao lado), incorreu na ampla generosidade de, a seus leitores, indicar expressamente este pequeno sítio.
Que isso me honra, não há dúvida, mas que me admira, claro está que me admira.
Senhores alunos, mãos à obra, porque havemos de pôr-nos à altura da honraria.
Escrito por V-P (nieto) às 11h07
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ainda o neutralismo político (liberalismo ético e, quizás, religioso)
Exemplo vívido do "neutralismo político" de algumas correntes liberais (ou na polêmica sentença que se ouvia faz alguns anos: "em política não há dogmas"): divulgou-se pela ACIPRENSA:
"De visita en un centro docente de la ciudad andaluza de Jaén, el Presidente del Gobierno español, José Luis Rodríguez Zapatero, dijo que en un país aconfesional como España "no hay ninguna moral ni ninguna religión que se pueda imponer en las leyes" y arguyó que la fe debe restringirse al ámbito privado".
E continuou a expressar-se o Presidente ZAPATERO: "ni en la educación ni en las leyes civiles se debe traspasar concepción moral alguna".
Mas quem não vê que já nisso há uma tomada de posição em matéria moral? 0 "neutralismo", manifestação de liberalismo ético (e, acaso, religioso), é de si próprio não só uma postura amoral mas também contra-moral.
Escrito por V-P (nieto) às 10h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Gaudium magnum
1. Ao fim, do alto do Cerro Catedral, com uma sensação térmica de cerca de -7º C, recobrei a feliz arte do ócio, de meditar, com a lentidão curial, de DEUS ao microcosmos, de grãos de areia a estrelas, de estrelas a DEUS.
2. A arte do ócio completou-se, em Bariloche, com a cultura de “mangiare bene”, na dicção de Carlo Petrini, o inventor da contemporânea lentidão comensal.
Um “asado patagónico”, ornado de discreto Merlot mendozino, é sempre sugestivo para a recuperação da arte de bem comer.
Fico a imaginar como é que isso se pode comparar a um hamburguer numa qualquer rede de “fast food” (numa qualquer, porque se trata de comida homogeneizada). Alguém me terá dito, se bem me lembra, que esses hambúrgueres têm gosto de tofu misturado com catchup. Para mim, é isso mesmo, é tudo igual: a universalização da falta de gosto. A impressão é a de que as papilas gustativas não têm aí o perigo de mínimo incentivo.
3. Voltei, feliz da vida com os largos tempos de meditação e com a pausada releitura de S.AGOSTINHO. E fiquei mais feliz ainda com a notícia do nascimento do ANDRÉ, rebento robusto neto de nosso amigo P***K***.
Amanhã prossigo sobre as “Confissões”, “auxiliante Domino”.
Escrito por V-P (nieto) às 19h41
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |



|
 |