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Metodologia do direito
Adicionei um novo "link" (ver ao lado com o título EPEIKEIA):
http://epi1.blogspot.com/
Talvez seja do interesse para os que andam (ou de futuro se ponham) a meditar sobre metodologia jurídica.
Escrito por V-P (nieto) às 18h41
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O amor (6)
(Continuando…).
Maior será, pela infinita maior importância da vida sobrenatural, o reto amor de nós próprios com relação a essa vida.
Fundamentalmente, esse amor resume-se em evitar as ofensas a DEUS (i.e., pecados) e em praticar as virtudes.
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Peca-se por defeito contra o amor a si próprio —pelo ódio de si mesmo, ódio por si próprio que, sendo em absoluto impossível, é contudo possível “per accidens” (: quando, p.ex., se almejam coisas contrárias à razão).
Também se peca por excesso desse amor: aí se acha, no egoísmo, o princípio de todos os pecados, como anunciara S.AGOSTINHO na “Cidade de Deus”, ao falar do amor a si próprio até o desprezo de DEUS.
Peca-se contra o amor de si próprio, quando se atenta contra a própria vida por obra (: suicídio) ou por desejo (: da morte), salvo o anseio sobrenatural (: com S.AGOSTINHO, “morro porque não morro”; ver também S.PAULO, Filipenses, I-21), ou contra a integridade corporal (: mutilação), ressalvadas estritas exceções.
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Seguirá conciso exame do amor ao próximo.
Escrito por V-P (nieto) às 12h42
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O amor (5)
Claro está que não se há de esperar, num “blog”, tratamento aprofundado de questões. Mas eu talvez —talvez, não, com certeza— deveria ter iniciado a incursão sobre o tema do “amor” com a expressa indicação de que a clivagem do estudo estava no “ato principal da caridade”, de sorte que apenas de maneira periférica se tangenciariam assuntos como o “amor romântico” e o “amor sensual”. Antes tarde do que jamais, fica o anúncio.
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Aqui se iniciará brevíssima referência ao tema do amor de cada um a si próprio.
O reto amor a nós próprios configura verdadeiro amor de caridade, e, suposta a igualdade de ordens e de circunstâncias, cada um de nós obriga-se a si próprio mais do que a seu próximo.
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Esse amor a nós próprios afiança-se na retidão do amor de DEUS, modelo de todos os amores dignos do nome.
Por isso, é esse amor observante da ordem natural e, sobretudo, da ordem racional.
O ato perversor da ordem natural das coisas (inclusa a racional do homem) não é amor. Antes, é contra-amor.
Num mundo infestado de pansexualismo, fácil é juntar exemplos reais de contra-amor.
A própria obsedação sexista é síndrome patente da afecção do desamor.
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Amamo-nos retamente a nós próprios quando amamos e conservamos nossa vida natural. O direito à própria vida é a consagração social de um ato de caridade.
Amamo-nos retamente a nós próprios quando amamos, com amor de caridade, nossa alma e, como a seu instrumento, nosso corpo.
Amamo-nos retamente a nós próprios quando, norteados por um bem espiritual, consagramo-nos ao bem alheio ou ao bem comum temporal, ainda que com risco de imolação de nossa própria vida.
Amamo-nos retamente a nós próprios quando, de maneira prudente, buscamos um futuro humano digno, segundo as aptidões pessoais, os deveres próprios de estado e as circunstâncias do ambiente social em que se vive. Os que menoscabam as oportunidades, prejudicando seu próprio futuro humano (p.ex. —com perdão— os estudantes e os professores, hélas!, que não observam o dever de estudiosidade), inculpam-se de atentar contra o amor de si próprio. Os que, por espírito de tacanharia, se privam do que, segundo seus deveres de estado, lhes é necessário ou conveniente possuir, ou os que, ao revés, prodigalizam gastos, afrontam o amor de si próprio.
(Continuaremos, “auxiliante Domino”).
Escrito por V-P (nieto) às 12h04
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Notícias da trincheira
1- Acabo de postar no BLOG DO V-P (ver indicação ao lado) uma nótula sobre o primeiro item do ponto inicial de DC 3. relativo à organização do Estado.
2- Agradeço aos que reclamaram a contenção de postagens neste "blog". Explico-me: no vórtice de coisas que tenho a fazer, a ultimamente pouca (embora qualificada) freqüência a este "blog" induziu-me a dar prioridade a outras tarefas.
V-P n.
Escrito por V-P (nieto) às 11h33
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